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Anticoncepcionais orais e tabagismo: risco de trombose

Qual a real associação entre eles?

Postado em 09/05/2017


Há muito se fala sobre os riscos dos anticoncepcionais causarem trombose, mas qual a real associação entre eles? Reacendeu-se questionamentos após relatos de jovens em redes sociais e na mídia, que já desenvolveram trombose devido ao uso de pílulas.

A Trombose Venosa Profunda (TVP) frequentemente acomete membros inferiores, mas também pode atacar outros órgãos pelo desprendimento de uma parte do coágulo na circulação, o que é chamado de embolia.

Em muitos casos é repentina d grave, ocorre em especial em pessoas portadoras de condições predisponentes: uso de anticoncepcionais combinados (estrógeno e progesterona) ou tratamento hormonal, presença de varizes, diabetes, colesterol alto, sedentarismo, estresse, obesidade, hipertensão arterial sistêmica e história familiar (pais ou irmãos com doenças cardíacas ou quadros de trombose até os 60 anos de idade).

O cigarro, aumenta em até três vezes o risco de doenças cardiovasculares, além disso, aliado aos anticoncepcionais combinados pode causar um evento pró-trombótico: a nicotina e o hormônio associados modificam o sangue, o que facilita a formação de coágulos.

Os sintomas de TVP são: inchaço, dor e vermelhidão local. Enquanto os de Embolia Pulmonar incluem falta de ar, dor no peito e tosse seca. Sendo esta uma situação gravíssima, colocando o paciente em risco de morte.

O tratamento da trombose deve ser iniciado o mais rápido possível, o uso de meias elásticas deverá ser empregado apenas após a avaliação médica.

Para se proteger da trombose:
- Faça avaliação médica antes de usar anticoncepcionais orais
- Não fume
- Controle a hipertensão arterial e/ou diabetes
- Controle o peso
- Pratique atividades físicas

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Calendário nacional de vacinação é ampliado em 2017

O objetivo dessas mudanças é aumentar a proteção de crianças e adolescentes

Postado em 01/05/2017


As alterações apresentadas pelo Ministério da Saúde no Calendário Nacional de Vacinação da rede pública ampliam o público - alvo para seis doses: tríplice viral, tetra viral, dTpa adulto, HPV, meningocócica C e hepatite A.

O objetivo dessas mudanças é aumentar a proteção de crianças e adolescentes. Entre os adultos, a meta é manter a eliminação do sarampo e rubéola e evitar novas contaminações de caxumba e coqueluche.

As vacinas alteradas:
HEPATITE A - disponibilizada para crianças até 5 anos, antes, a idade máxima era 2 anos.

TETRA VIRAL (sarampo, caxumba, rubéola, varicela) - para crianças, há amplificação da oferta da dose, passa a ser administrada de 15 meses até 4 anos. Antes, a aplicação era feita entre 15 meses e menores de 2 anos.

HPV - ofertada para meninos e homens que vivem com HIV e Aids entre 9 e 26 anos, e para imunodeprimidos, como transplantados e pacientes oncológicos.

MENINGOCÓCICA C - disponibilizada para adolescentes de 12 e 13 anos.

DTPA ADULTO (difteria, tétano e coqueluche) - recomendada a gestantes a partir da 20 semana.

TRÍPLICE VIRAL (sarampo, caxumba e rubéola) - segunda dose da vacina introduzida para a população de 12 meses a 29 anos. Antes, era até 19 anos. Para adultos, 30 a 49 anos, indicação de apenas uma dose.

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